Não me recordo mais o nome daquela professora. Também pudera, já se passaram mais de dez anos.
Lembro que estudava em uma escola pública e tinha catorze anos.
Posso contar nos dedos de uma das mãos, e ainda sobram dedos, os mestres que marcaram minha vida. Ela é a número um, pois foi quem me ensinou a ler e escrever.
Aprendi a ver as palavras muito além dos símbolos gráficos. Estudei teorias, conceitos. Absorvi informações, acumulei conflitos. Dialoguei com os desafios e codifiquei as construções subjetivas.
Esse é o começo do passado.
O conhecimento deixa de ser um emaranhado de códigos decifráveis para comunicar significados. E não necessita ordem ou formalidade.
Para muitos, vai parecer mais um desabafo, mas são pequenas partes que vão desaparecendo à medida que as limitações tornam-se superficiais diante das exigências, pensamentos e impulsos que emanam de um eu que vai deixando de ser a todo instante.
Lembro que estudava em uma escola pública e tinha catorze anos.
Posso contar nos dedos de uma das mãos, e ainda sobram dedos, os mestres que marcaram minha vida. Ela é a número um, pois foi quem me ensinou a ler e escrever.
Aprendi a ver as palavras muito além dos símbolos gráficos. Estudei teorias, conceitos. Absorvi informações, acumulei conflitos. Dialoguei com os desafios e codifiquei as construções subjetivas.
Esse é o começo do passado.
O conhecimento deixa de ser um emaranhado de códigos decifráveis para comunicar significados. E não necessita ordem ou formalidade.
Para muitos, vai parecer mais um desabafo, mas são pequenas partes que vão desaparecendo à medida que as limitações tornam-se superficiais diante das exigências, pensamentos e impulsos que emanam de um eu que vai deixando de ser a todo instante.
Um comentário:
Oi Marcinha!
Há pessoas que nos marcam e que nunca esquecemos e muitas vezes o professor ou a professora vem a ocupar um destes lugares marcados em nossas vidas. Engraçado quando percebemos que nós, por também sermos professores, temos o poder de marcar a vida de diversas pessoas, nossos alunos. Quanto ao conhecimento, não são os fragmentos que importam, estes são como tijolos soltos. O que realmente importa é o que fazemos com tais fragmentos de conhecimento, o que construímos com tais tijolos, qual o sentido e significado que daremos em nossas vidas a tais tijolos.
Abraços
Silvério.
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