Quando escrevo, borro espaços sem vida, com as cores da minha leitura de mundo.
As loucas palavras unem-se na intenção de provocar novas idéias.
Nas entrelinhas, entrego um pedaço de mim, expondo as agonias e esperanças.
Compartilho pensamentos mesmo sabendo que sou responsável pelos efeitos, porém, tenho consciência da falta de controle sobre os mesmos.
Pois a forma como serão acolhidos, pode mudar todo o destino e talvez, até o sentido.
O tempo passa e a história se encarrega de transformar e reconstruir os significados de acordo com o espaço e o contexto, pois mais do que letras, há uma alma impressa nas figuras que permitem aos grupos conhecer as diferenças.
As loucas palavras unem-se na intenção de provocar novas idéias.
Nas entrelinhas, entrego um pedaço de mim, expondo as agonias e esperanças.
Compartilho pensamentos mesmo sabendo que sou responsável pelos efeitos, porém, tenho consciência da falta de controle sobre os mesmos.
Pois a forma como serão acolhidos, pode mudar todo o destino e talvez, até o sentido.
O tempo passa e a história se encarrega de transformar e reconstruir os significados de acordo com o espaço e o contexto, pois mais do que letras, há uma alma impressa nas figuras que permitem aos grupos conhecer as diferenças.
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