Sessenta ou terceira? Trinta ou adulta? Dezoito ou jovem? Dez ou infantil? Quinze, no papel, no corpo ou mental? Idade se conjuga em que tempo? Passado, presente ou futuro? Idade é verbo ser, ter ou estar?
Tantas indagações... Ou o mundo é louco, ou as pessoas tornaram-se normais.
Ninguém explica porquê a idade aumenta ao invés de diminuir; nem responde as perguntas anteriores sem continuar na dúvida. Também não há ousados o suficiente para questionar e mudar as leis da aposentadoria. Dificilmente alguém vai ter interrogações em relação às mudanças biológicas determinantes da vida humana. E é improvável que alguém tenha pensado os direitos reservados para esta ou aquela idade como meros preconceitos subestimadores.
Aos catorze de registro, a mentalidade apontava dezoito de juízo. Aos vinte e um, barrado na entrada do bar, e sempre disseram que tamanho não era documento. Vinte e cinco: o filho é o irmãozinho mais novo ou a estatística sobre gravidez na adolescência não deve ser atualizada há muito tempo.
Será que não está na hora de parar todos os ponteiros pra se repensar o conceito de idade? Que significados vêm dar às expectativas individuais e coletivas, profissionais ou afetivas?
Facilita acreditar na simples fatalidade das imposições temporariamente sustentáveis e negar o momento para ser como amanhã ou voltar ao ontem.
As perguntas tendem a ficar infinitas cada instante de viagem do pensamento, enquanto não há devolutivas.
A regra para calcular a idade real ou aproximada dos sujeitos possui inúmeras variações. As medidas apresentam revelações de comportamento-personalidade, divisão-cultura, marketing-economia, concepções-leis, com base em fundamentos de interesses ideológicos políticos e sociais.
Enquanto isso, o tempo não parou e não passou para muitos, mas para todos. Sendo assim, a sua idade não existe a não ser para você mesmo. Pois a idade é muito mais que números, documentos, ou qualquer outra medida quantitativa que se possa inventar. A idade se manifesta na interação com o meio para a composição de diferentes reações.
Tantas indagações... Ou o mundo é louco, ou as pessoas tornaram-se normais.
Ninguém explica porquê a idade aumenta ao invés de diminuir; nem responde as perguntas anteriores sem continuar na dúvida. Também não há ousados o suficiente para questionar e mudar as leis da aposentadoria. Dificilmente alguém vai ter interrogações em relação às mudanças biológicas determinantes da vida humana. E é improvável que alguém tenha pensado os direitos reservados para esta ou aquela idade como meros preconceitos subestimadores.
Aos catorze de registro, a mentalidade apontava dezoito de juízo. Aos vinte e um, barrado na entrada do bar, e sempre disseram que tamanho não era documento. Vinte e cinco: o filho é o irmãozinho mais novo ou a estatística sobre gravidez na adolescência não deve ser atualizada há muito tempo.
Será que não está na hora de parar todos os ponteiros pra se repensar o conceito de idade? Que significados vêm dar às expectativas individuais e coletivas, profissionais ou afetivas?
Facilita acreditar na simples fatalidade das imposições temporariamente sustentáveis e negar o momento para ser como amanhã ou voltar ao ontem.
As perguntas tendem a ficar infinitas cada instante de viagem do pensamento, enquanto não há devolutivas.
A regra para calcular a idade real ou aproximada dos sujeitos possui inúmeras variações. As medidas apresentam revelações de comportamento-personalidade, divisão-cultura, marketing-economia, concepções-leis, com base em fundamentos de interesses ideológicos políticos e sociais.
Enquanto isso, o tempo não parou e não passou para muitos, mas para todos. Sendo assim, a sua idade não existe a não ser para você mesmo. Pois a idade é muito mais que números, documentos, ou qualquer outra medida quantitativa que se possa inventar. A idade se manifesta na interação com o meio para a composição de diferentes reações.
Um comentário:
Rio de Janeiro, 2 de dezembro de 2007
Oi Marcinha!
Muito inteligente seu post sobre a verdadeira idade de cada um. Nos faz pensar sobre nossa própria idade e sobre a idade real das pessoas com quem convivemos. O que vale para mim é como me sinto e não o que se registra em determinado documento. Ser velho ou jovem é muito mais do que um número possa medir.
Abraços
Prof. Dr. Silvério da Costa Oliveira.
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