Pior do que crises histéricas, asmáticas, mentais ou sexuais, são as crises de identidade.
Enquanto alguns enlouquecem e gritam, outros sufocam e estremecem, ou ainda viajam na imaginação e mentem exageradamente; podem ser violentos e submissos. Mas esta, é uma mistura. Os ingredientes? Os mais diversos, em porções nada satisfatórias e tumultuadas.
Crises são criações de situações problema para gerar atritos e faíscas, causando dor e desepero àqueles que sofrem e reações imprevisíveis aos que estão perto.
Identidade é a razão de ser, é o verbo querer, é a vontade de ter. É estar sem saber, é o prazer de morrer.
Crises de identidade não pedem licença, invadem e explodem. São pontos de interrogação, que refletem no vento uma tempestade de revoltas e ambíguas respostas.
Enquanto alguns enlouquecem e gritam, outros sufocam e estremecem, ou ainda viajam na imaginação e mentem exageradamente; podem ser violentos e submissos. Mas esta, é uma mistura. Os ingredientes? Os mais diversos, em porções nada satisfatórias e tumultuadas.
Crises são criações de situações problema para gerar atritos e faíscas, causando dor e desepero àqueles que sofrem e reações imprevisíveis aos que estão perto.
Identidade é a razão de ser, é o verbo querer, é a vontade de ter. É estar sem saber, é o prazer de morrer.
Crises de identidade não pedem licença, invadem e explodem. São pontos de interrogação, que refletem no vento uma tempestade de revoltas e ambíguas respostas.
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